"O exercício da caridade compara-se à água que mata a sede, o alimento que sacia a fome, a brisa que suaviza o calor, a fonte inspiradora que alimenta a secura dos ideais individuais de cada um. É essa mensagem cosoladora, pe esse abraço acalentador, ações concretas que farão com que, gradualmente, um por um, desperete pars a mensagem benfazeja da caridade".
Karla Julia Marcelino
quarta-feira, 1 de abril de 2026
terça-feira, 31 de março de 2026
Essa frase de Peter Drucker, o pai da administração moderna, é um dos pilares da gestão de pessoas.
A humildade é, talvez, a virtude mais estratégica para quem busca o crescimento real, pois ela funciona como o ponto de abertura para o aprendizado. Em um mundo que muitas vezes confunde autoridade com arrogância, a verdadeira humildade não é a negação das próprias capacidades, mas a consciência exata delas.
Aqui estão três pilares que definem a importância dessa virtude:
1. A Humildade como Liderança
Liderar com humildade — especialmente em espaços de escuta e mediação, como as Ouvidorias — significa reconhecer que ninguém detém a verdade absoluta. O líder humilde não precisa ser o centro das atenções; ele prefere ser o centro de resolução. Ele ouve mais do que fala, pois entende que cada pessoa traz uma peça do quebra-cabeça que ele ainda não possui.
2. O Escudo contra a Estagnação
Quem acredita que já sabe tudo, para de crescer. A humildade é o que nos permite dizer "eu não sei, mas quero aprender". Ela nos mantém curiosos e atualizados. É essa postura que transforma uma trajetória profissional em uma jornada de propósito, permitindo que a teoria se transforme em realização prática.
3. Humanização das Relações
A humildade é o alicerce da Comunicação Não Violenta (CNV) e da escuta ativa. Ela desarma conflitos porque retira o peso do ego da mesa. Quando somos humildes, não vemos o outro como um adversário a ser vencido, mas como um ser humano a ser compreendido. É o que permite acolher uma crítica sem se sentir diminuído e celebrar um sucesso sem se sentir superior.
No fim das contas, ser humilde é ter a segurança interna necessária para dar espaço ao outro, reconhecendo que a nossa grandeza não vem de estarmos acima de ninguém, mas de estarmos disponíveis para o serviço e para a evolução constante.
sexta-feira, 27 de março de 2026
LIVRO O CAMINHO DA PAZ: O BRILHO DA MEDIAÇÃO, volume 2, Editora Lisboa:
Uma honra e alegria receber esta Premiação pela Editora LEADER, através da Série MULHERES - Por mais mulheres na literatura.
O evento ocorreu em 16.03.26, na Mansão Arabesque/SP, marcado por muita emoção e homenagem à trajetória profissional percorrida pelas coautoras.Participo como as demais coautoras, do livro:MULHERES NA OUVIDORIA - Edição PODER DE UMA HISTÓRIA - Vol. 1. O título do meu artigo é: Minha jornada na Ouvidoria Pública: do propósito à realização.
Gratidão à Editora Leader, Andréia Roma (idealizadora do livro e do Selo Editorial) e Fernanda Augusta (coordenadora convidada).
Parabéns a todas nós!!!!
Uma noite inesquecível e emocionante! A emoção e o sentimento de realização estava no ar!!!!! Mulheres com brilhantes trajetórias profissionais reunidas numa obra para contarem suas histórias!
Na Livraria Leader,/SP, ontem houve o lançamento oficial do Livro MULHERES NA OUVIDORIA, edição Poder de uma História, Volume 1. Participo como coautora desta obra com o meu artigo: Minha jornada na Ouvidoria Pública: do propósito à realização.
A Série Mulheres é um movimento literário internacional, cujo modelo editorial e título é patenteado em 182 países, valorizando a atuação e expertise da mulher no mercado de trabalho.
Parabenizamos todas as demais 20 coautoras que participaram deste projeto, que com suas histórias profissionais, impactaram vidas, fortalecendo o instituto da Ouvidoria no Brasil.
Agradecemos à Editora Leader, à Andréia Roma e Fernanda Augusta pelo convite.
A presença da Diretoria da ABO Nacional prestigiando o evento, com três dos seus membros sendo coautoras do supracitado livro (Luciana Bertachini, Lumena e eu) tornou a nossa noite maravilhosa!
Juntos podemos mais!!!!
sábado, 28 de fevereiro de 2026
A linguagem dos grandes líderes da atualidade passou por uma transformação profunda. Saímos da era do "comando e controle" (focada em hierarquia e autoridade) para a era da influência e conexão.
Hoje, a linguagem de líderes como Satya Nadella (Microsoft), Brené Brown ou até líderes de movimentos sociais, baseia-se em quatro pilares fundamentais que conectam perfeitamente com o que discutimos sobre Ouvidoria e Inteligência Emocional:
1. Vulnerabilidade Estratégica
Antigamente, o líder precisava parecer invulnerável. Hoje, a linguagem moderna admite falhas.
A frase-chave: "Eu não tenho essa resposta agora, mas vamos construí-la juntos."
Por que funciona: Gera confiança e humaniza o líder, criando um ambiente de segurança psicológica para a equipe.
2. Comunicação Não Violenta (CNV) e Empatia
Os líderes atuais substituíram o julgamento pela observação e pela necessidade.
Em vez de: "Você é ineficiente e atrasou o relatório."
Eles dizem: "Notei que o relatório não foi entregue no prazo. Como isso impacta nossa meta, o que você precisa para finalizarmos isso hoje?"
Conexão com a Ouvidoria: É a mesma linguagem que o Ouvidor usa para desarmar conflitos sem ferir o ego do gestor.
3. Storytelling (Narrativa com Propósito)
Líderes modernos não dão apenas ordens; eles contam por que algo deve ser feito. Eles usam metáforas e histórias reais para engajar o emocional, e não apenas o racional.
O foco: Eles não vendem "o quê" (o produto/tarefa), eles vendem o "porquê" (o propósito).
4. Escuta Ativa e Generosa
Talvez a maior mudança: o líder moderno fala menos e ouve mais. A linguagem não está apenas nas palavras ditas, mas no silêncio atento.
A técnica: Usar perguntas abertas ("Como você vê essa situação?") em vez de perguntas fechadas que buscam apenas confirmação ("Você entendeu?").