segunda-feira, 19 de setembro de 2016

"O verdadeiro problema da inveja não é a capacidade do indivíduo viver bem , é a sua capacidade de não viver bem" (bel.Cesar).

Quotes From William Arthur Ward

"Sábio é direcionar a sua raiva para os problemas, não para as pessoas. Focar as energias nas respostas, não em desculpas.
 
A grandeza não é encontrada em posses, poder, posição ou prestígio. Descobre-se na bondade, humildade, serviço, e caráter.
 
Um amigo é alguém com quem você está confortável, a quem você é leal, por quem você é abençoado, e para quem você é grato.
O amor é mais do que um substantivo, é um verbo, é mais que um sentimento - é carinho, compartilhar, ajudar, sacrificando.
Bendito seja aquele que aprende a Admirar mas não Invejar,
Seguir mas não Imitar,
Elogiar mas não Bajular,
Liderar mas não Manipular
 
A raiva é muitas vezes um substituto do conhecimento; a violência, uma defesa contra a verdade.
 
Liderança é baseada em imaginação, não dominação; em cooperação, não intimidação".
 
William Ward

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Após a aplicação das agulhas (15.09.2016), vi-me ainda dentro do corpo mas envolvida completamente por uma luz de cor amarela, a qual se expandia aproximadamente meio metro além do corpo. A seguir fios de cor dourada saíram de todo meu corpo em direção ao alto. Quando me concentrei ainda mais para observar o fenômeno, estava toda ligada por fios que saíam de diversos pontos do meu corpo, indo de forma retilínea até o alto. sem que houvesse espaço para nenhuma brecha entre eles. A voz do médico espiritual que trabalha com Dr. Carlos me fala que as minhas células do corpo e chácaras seriam tratadas e revitalizadas.
Neste dia em particular estava exausta fisicamente, com muitas dores no pescoço, além de um cansaço mental fenomenal em decorrência de inúmeras atividades realizadas durante a semana.Saí do tratamento completamente refeita!

O elo entre o desemprego e o aumento da criminalidade. O que fazer?

 
O desemprego é um problema cada vez mais grave para os jovens entre 15 anos e 29 anos, que já respondem por 46% do total de indivíduos nesta situação no país – a propósito, a razão desemprego juvenil/adulto aumentou para 3,5 nos últimos anos. A qualidade da ocupação é outro problema sério – 50% dos ocupados entre 18 anos e 24 anos são assalariados sem carteira, porcentagem que se mantém em 30% entre os que têm de 25 anos a 29 anos de idade. O aumento da criminalidade é inevitável. Mesmo sabendo-se que a maioria é honesta e jamais pegaria numa arma, basta que uma minoria desse universo ceda à tentação do crime para elevar as estatísticas.
 
 
Isso já aconteceu no passado, e vai se repetir agora – de 2001 a 2003, o ganho médio dos paulistanos caiu 18,8% e a oferta de trabalho 22%, enquanto nas ruas furtos e roubos a transeuntes aumentaram quase na mesma proporção, 23%. A pesquisa também revelou que o grau de violência dos delitos pode variar de acordo com o nível de desespero econômico de quem os pratica. Os furtos, que não envolvem ameaça ou agressão direta às vítimas, têm uma relação mais direta com a queda na renda da população.
 
Os perfis do preso ou do delinquente hoje no Brasil também equivalem ao do desempregado - e isso se vê na maioria dos municípios pesquisados no levantamento sobre desemprego juvenil. É alguém com baixa escolaridade, desempregado ou subempregado.
 
 
Mas porque isso acontece? Uma boa explicação foi dada por Mohamed Ali, que contou durante uma Ted Talk uma história de um garoto de uma cidade pequena. "Eu não sei seu nome dele, mas conheço a sua história. Ele vive em uma pequena aldeia no sul da Somália. Sua aldeia fica perto de Mogadíscio. A seca leva a pequena aldeia à pobreza e à beira da morte pela fome. Sem nada para ele lá, ele vai para a cidade grande, neste caso, Mogadíscio, capital da Somália. Quando ele chega, não há oportunidades, não há trabalho, não há caminho a seguir."
 
 
O menino acaba vivendo num acampamento na periferia de Mogadíscio. Um ano se passa, talvez, e nada. Um dia, ele é abordado por um cavalheiro que se oferece para levá-lo para almoçar, em seguida, para o jantar, café da manhã. Ele conhece um grupo dinâmico de pessoas, e eles lhe dão uma chance. Ele recebeu um pouco de dinheiro para comprar algumas roupas novas, dinheiro para mandar para sua família. Ele é apresentado a uma jovem. Ele se casa, enfim. Ele começa uma nova vida. Ele tem um propósito na vida. Um belo dia, em Mogadíscio, sob um céu azul-celeste, um carro-bomba é detonado. Aquele garoto de cidade pequena com os sonhos da cidade grande era o homem-bomba, e o grupo dinâmico de pessoas eram al Shabaab, uma organização terrorista ligada à Al Qaeda.
 
Então, como é que a história de um garoto de uma cidade pequena apenas tentando ser bem sucedido na cidade acaba com ele se explodindo? Ele estava esperando. Ele estava esperando por uma oportunidade, esperando para começar o seu futuro, esperando por um caminho a seguir, e esta foi a primeira coisa que apareceu. Esta foi a primeira coisa que o tirou do que chamamos de estado de espera. Isso também acontece no Brasil - e sua história se repete em centros urbanos ao redor do mundo, como São Paulo e Rio de Janeiro. Se não é terrorismo, o garoto é atraído pela criminalidade. É a história da juventude urbana destituída e desempregada que provoca motins em Joanesburgo, inicia tumultos em Londres, que estende a mão para uma coisa diferente do estado de espera.
Para os jovens, a promessa da cidade, o sonho da cidade grande é o da oportunidade, do emprego, da riqueza, mas os jovens não estão compartilhando a prosperidade de suas cidades. Muitas vezes é a juventude que sofre das mais altas taxas de desemprego. Em 2030, três em cada cinco pessoas que vivem em cidades estarão com menos de 18 anos. Se não incluirmos os jovens no crescimento de nossas cidades, se não lhes proporcionarmos oportunidades, a história do estado de espera, a porta de entrada para o terrorismo, violência, gangues, será a história das cidades 2.0.

quinta-feira, 15 de setembro de 2016








 V Capacitação e Certificação em Ouvidoria promovido pela ABO Seccional de Pe/Auditório da SCGE.Participação de Ouvidores do Estado e área privada.


DIÁRIO OFICAL - PE
Veículo: DIÁRIO OFICAL -PE

Editoria: Poder Executivo
Data: 14/09/2016
Assunto: CONTROLADORIA GERAL DO ESTADO, OUVIDORIA GERAL
 
Ouvidores do Estado passam por curso para melhorar os serviços oferecidos ao cidadão
Ouvidores da Rede Estadual, profissionais de outras esferas do poder público, do setor privado e o público em geral participam, até sexta-feira (16), do curso de Certificação de Ouvidores, promovido pela Associação Brasileira de Ouvidores/Ombusdman - Seccional Pernambuco. Ouvidores da Rede Estadual, profissionais de outras esferas do poder público, do setor privado e o público em geral participam, até sexta-feira (16), do curso de Certificação de Ouvidores, promovido pela Associação Brasileira de Ouvidores/Ombusdman - Seccional Pernambuco.
A capacitação é resultado de uma parceria formalizada por meio de convênio de cooperação técnica entre a Secretaria da Controladoria-Geral do Estado (SCGE), através da Ouvidoria-Geral do Estado, e a Associação, com o intuito de certificar os profissionais da Rede Estadual. O evento está sendo realizado no auditório da SCGE. “Pernambuco adota uma política de incentivo ao serviço de ouvidoria, por acreditar que este seja um dos mais importantes canais de comunicação com o cidadão.
O fortalecimento da Rede Estadual de Ouvidorias é um dos eixos do Governo Paulo Câmara. E esse curso contribui para a melhoria contínua dos serviços prestados, garantindo a excelência no atendimento”, destacou o Secretário da Controladoria-Geral e Ouvidor-Geral do Estado, Ruy Bezerra. A iniciativa atende ainda ao Decreto nº 39.675, de agosto de 2013, que estabelece os requisitos para o exercício da função de ouvidor no âmbito do Poder Executivo Estadual.

Entre os temas abordados no conteúdo programático estão “Ouvidoria Cenário Histórico”; “Perfil do Ouvidor”; “Gestão das Emoções - Ética e Relacionamento, Ouvidoria e Comunicação e Gestão e Ouvidoria” e “Lei de Acesso à Informação (LAI)”, sendo este último sob a responsabilidade da Diretoria de Ouvidoria e Controle Social (DOCS). Mais de 40 profissionais da área participam do evento. Ao final, todos serão submetidos a uma prova para obter a certificação. As manifestações para a Ouvidoria-Geral podem ser enviadas através do telefone 162 e a internet, nos sites www.scge.pe.gov.br ou no www.ouvidoria.pe.gov.br.






Com a Organizadora do evento Étla Gonçalves Florêncio, Ouvidora.

Palestra proferida pela Assessoria de Relações Institucionais da SCGE no aniversário de 98 anos do Porto do Recife sobre Gestão de Emoção.