Todas as coisas me são lícitas; mas nem todas convêm.
Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.
Ainda que eu falasse a língua dos homens, e falasse a língua dos anjos, sem amor, eu nada seria.
Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo.
Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
“Tudo é permitido”, mas nem tudo convém. “Tudo é permitido”, mas nem tudo edifica.
Nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos, e não agradar a nós mesmos. Suportar, não meramente tolerar ou “agüentar”, mas sustentar com amor.
Porque quando estou fraco então sou forte.
Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, se não tiver caridade, sou como o bronze que soa, ou como o címbalo que retine.
o amor é paciente
é bondoso
o amor não arde em ciúmes
o amor tudo sofre
tudo crê
tudo espera
tudo suporta
o amor nunca acaba
Que miserável homem que eu sou; quem me livrará do corpo desta morte.
As coisas que quero fazer eu não faço, as que eu não quero, isso sim eu faço.
Eu sei em quem tenho crido, e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele dia.
Que o amor não seja fingido. Que seja sincero. E aborreça o mal.
O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
Ainda que eu fale todas as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor sou como o bronze que soa ou o sino que retine... mesmo que tivesse toda a fé a ponto de transportar montanhas, se não tiver amor, não serei nada.
Se Deus é por nós, quem será contra nós?
Paulo de Tarso
segunda-feira, 14 de maio de 2018
quarta-feira, 9 de maio de 2018
A CARÊNCIA MAIS AFASTA DO QUE APROXIMA •
A carência, como você deve saber, é aquele sentimento incômodo que muitas pessoas carregam, percebida como um tipo de buraco. Uma fome de afeto, atenção, amor, entre outras necessidades, que pode ser bem dolorida. Uma necessidade de ser valorizado, cuidado e tratado de forma especial. Uma exigência, muitas vezes inconsciente na expectativa de que os outros supram você de alguma forma. E o grande problema na carência, é que ele anula o entendimento e a aceitação do outro como um ser individual, que tem direito a escolhas, espaços e limites.
Uma pessoa carente sempre exige, mesmo que de forma disfarçada, que o outro lhe dê o que ela deseja. Não compreende que o outro tem o direito de dizer não. Tem o direito de não querer lhe dar algo. Tem o direito de não gostar de alguém. Quando alguém carente se aproxima das pessoas, essa aproximação quase nunca é descompromissada ou relaxada. Existe sempre uma tensão envolvida no processo. Por um lado, querem adequadamente, para garantir que serão aceitos. Mas por outro lado, aproximam-se na expectativa de sempre receber ao invés de doar.
Isso faz com que tenham comportamentos sufocantes e aprisionantes, pois sempre estão pedindo, cobrando e exigindo por algo, mesmo que suas palavras tentem expressar o contrário. Mas, por mais que tentem disfarçar suas intenções, o outro acaba pressentindo a real necessidade, e na maior parte das vezes, acaba se afastando. Isso faz com que a pessoa carente se sinta rejeitada, sua necessidade aumente e tente com ainda mais intensidade o que precisa, transformando esse processo em uma bola de neve sem fim.
Quando vamos com sede demais ao pote acabamos derrubando-o, e lá se vai nossa chance de beber seu conteúdo. As pessoas se afastam quando percebem alguém se aproximar na expectativa de ser suprido, como um náufrago desesperado em busca de algo a se agarrar. E a pessoa fica lá, sozinha no meio do oceano. Como uma brincadeira maldosa do destino, a pessoa acaba afastando cada vez mais a possibilidade de receber o que quer.
Claro que uma pessoa carente não faz isso por que queira ser má ou prejudicar alguém. Na verdade ela age baseada na falsa crença de que não consegue suprir a si mesma. Talvez venha de um lar onde não tenha se sentido amada ou querida. Talvez tenha até recebido amor, mas por algum motivo não tenha conseguido sentir que isso tenha acontecido. Por trás dessa atitude carente, sempre existe uma dor e uma ilusão que faz com que se sinta como uma criança ferida. Porém, é preciso entender que não são mais crianças que precisam de alguém para cuidar e proteger. São adultas o suficiente para cuidar delas próprias.
É preciso entrar no entendimento que, independentemente do que tenha acontecido, já é passado, e que todos possuímos uma força interior que é capaz de curar qualquer ferida. Conseguir se identificar com seu lado adulto, parando de esperar que a cura venha de fora ou das outras pessoas. Pegar essa criança ferida no colo, e dar-lhe todo o amor, atenção e carinho que ela precisa. Esse é o caminho para a transformação.
Em sintonia com o ser adulto que existe em você, sua fome será saciada por você próprio. E sua relação com as pessoas se transforma. Deixa de ser uma busca por alguém que supra suas necessidades infantis e passa a refletir o prazer e a alegria de uma troca genuína, e adulta, com outro ser humano. Essa mudança faz com que as pessoas parem de se afastar de você e passem a querer estar mais ao seu lado.
PERSONAL DEVELOPER (Especialista em Master Coaching, Psicanálise, PNL, Mind Control, Espiritualidade e Gestão de Comportamentos e Relacionamentos)
Desenvolvimento de novos pontos de vista, habilidades, recursos internos e comportamentos para o sucesso, o bem estar e a construção de relacionamentos mais produtivos e saudáveis.
Vivemos em uma época onde o desapego e a busca pelo bem estar, são as bolas da vez, e mediante isso, criamos a cultura de que o primeiro a demonstrar emoções é visto como o fraco da história. E assim todos se armam com escudos emocionais, com medo de serem os fracos e os feridos. Porém, quando nos enchemos de escudos, a verdade é que não estamos protegidos de nada, mas sim, sozinhos do outro lado do muro, em nossos casulos impenetráveis. E isso não tem nada a ver com ser desapegado. Isso é apenas alimentar solidão, pois é um comportamento que mais afasta do que aproxima quem desejamos por perto.
Não existe nada mais cansativo do que estar com alguém que insiste em se proteger de ataques imaginários, onde cada dia é uma batalha a se vencer, e onde cada palavra e cada passo, se mal colocados, se transformam em bombas de cobranças, mágoas, neuroses e joguinhos. Relações não são cabos de guerra. Não tem como construir uma relação saudável com joguinhos de "quem ganha e quem perde" e "de quem é o mais fortão e poderoso". Isso não dura. Só desgasta. E o encanto se perde entre os títulos de fortes e fracos. De vitoriosos e perdedores.
A verdade é que não queremos estar ao lado de uma pessoa que nos faz ir pra cama, todos os dias, com um sentimento de batalha perdida e missão fracassada!
PERSONAL DEVELOPER (Especialista em Master Coaching, Psicanálise, PNL, Mind Control, Espiritualidade e Gestão de Comportamentos e Relacionamentos)
Existem padrões mentais que geram todo e qualquer resultado na vida da gente, e são manifestados em todas as situações que vivenciamos, e em todos os relacionamentos que construímos. É um ciclo que se inicia na ativação de gatilhos inconscientes que influenciam nossos pensamentos, gerando uma fisiologia mental, emocional e física, que determinará um tipo específico de comportamento, na maioria das vezes, inconsciente, criando ações, decisões e escolhas que manifestam resultados desejados ou indesejados. São padrões que são acionados em todos os momentos que vivenciamos.
Quando esses gatilhos não são identificados, os nossos padrões comportamentais podem tornar-se negativos, os resultados que desejamos não são alcançados, e este processo mental, emocional e físico, não é devidamente compreendido, trabalhado e transformado. Perdemos o controle e a consciência sobre as nossas atitudes, escolhas, decisões e comportamentos, gerando como resultados, diversos problemas e dificuldades em nossos relacionamentos amorosos, profissionais, familiares e pessoais, problemas e dificuldades financeiras, ansiedade, depressão, baixa auto estima, ausência de sentimentos de sucesso e realização, obesidade, falta de motivação, sentimentos de frustração e fracasso, e uma péssima qualidade de vida.
Se você vivencia algum desses problemas e dificuldades que te impedem de conquistar seus objetivos, construir bons relacionamentos e sentir-se uma pessoa mais dona de si e da sua vida, certamente, a causa está na forma como você reage, se comporta, escolhe e decide, perante as mais diversas situações e relações que você vivencia.
Um forte abraço.
"Para quem sabe amá-lo, o mundo de sua máscara de infinito,torna-se pequeno como uma canção,como um beijo do Eterno.
Existo...,que perpétua surpresa é a vida!
...Lemos mal o mundo e logo dizemos que o mundo nos engana.
Quantas barricadas o pensamento do homem ergue contra si próprio.
Se lanço minha própria sombra no caminho,é porque há uma lâmpada em mim que não se acendeu..."
Rabindranath Tagore
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