quinta-feira, 1 de julho de 2021

 

Quando estamos em conexão espiritual, tranquilos mentalmente e em PAZ, sentimos um BEM ESTAR oriundo do equilíbrio mental que estamos a vivenciar.
Como nossas mentes são vulneráveis aos acontecimentos externos, facilmente oscilamos entre equilíbrio e desequilíbrio.
Há de se perguntar:
Até que ponto o mundo exterior nos atinge?
Liberar a mente de pensamentos angustiantes é necessário à conquista interior da PAZ.
Quando a sombra é substituída pela LUZ, sentimos nossos espíritos mais fortalecidos, as nossas energias mentais são mais centradas e melhor as direcionamos para o atingimento de nossos objetivos.
A conexão espiritual é fundamental para essa conquista da PAZ interior. Não existem fórmulas milagrosas, temos que fazer a nossa parte. O acúmulo de pensamentos indevidos gera angústia, ansiedade e conflitos.
Libertar essa mente de pensamentos inferiores é uma dica fantástica para quem deseje libertar seu espírito de "ideias fixas" que possam lhe levar a uma perturbação espiritual ! Porém, não há conquistas sem lutas, sem encontro com a sua própria consciência!
Ter carinho consigo próprio é imprescindível a esse processo de libertação, através da educação da própria mente!
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MINISEMINÁRIO: EQUILÍBRIO DAS EMOÇÕES NA VISÃO ESPÍRITA

EMOÇÃO/SENTIMENTO
• Emoção é uma sensação física e emocional que é provocada por algum estímulo, que pode ser um sentimento ou um acontecimento. As emoções estão para garantir a nossa sobrevivência.
• O Ser Humano é movido por suas emoções, nesse sentido, quanto maior a capacidade de gerir nossas emoções, mais próximo ficamos do nosso “Equilíbrio Cotidiano”.
• As emoções que possuímos são frutos de nossas experiências, e é essa bagagem que determina a forma como iremos agir e viver novas experiências.
• Sentimentos são as interpretações racionais e cognitivas originárias das Emoções sentidas. É uma capacidade de se deixar impressionar, de se comover, de sentir sensorialmente e expressar uma emoção.
• Que eu mantenha meu equilíbrio mesmo sabendo que os desafios são inúmeros ao longo do caminho (Chico Xavier)
• Mantém o teu controle emocional em todas as situações.
Sistema nervoso alterado, vida em desalinho.Se dificuldades ameaçarem o teu equilíbrio, utiliza-te da oração. A prece é medicamento eficaz para todas as doenças da alma. (Livro Vida Feliz, cap.9) Joanna de Ângelis e Divaldo P. Franco
• Quando se está com a emoção direcionada ao bem e à evolução moral, o pensamento torna-se edificante e tudo concorre para a ampliação do sentimento nobre. O inverso também ocorre, porquanto o direcionamento negativo, as suspeitas que se acolhem, a hostilidade gratuita que se desenvolve, contribuem para que o indivíduo permaneça armado, porque sempre se considera desamado. Mediante o cultivo das emoções positivas, aclara-se a percepção da verdade, das atitudes gentis, dos sentimentos solidários, enquanto que a constância das emoções prejudiciais faculta a distorção da óptica em torno dos acontecimentos, gerando sempre mau humor, indisposição e malquerença.(Joanna de Angelis, 2009).

Hábito:
Você é aquilo que faz repetidamente. E também o que pensa repetidamente.
É um comportamento aprendido bom ou ruim, que mantemos de forma automática, sem pensar nele.
Comportamento repetitivo - Gatilho - Recompensa – Gatilho – necejo

DESCONTROLE DAS EMOÇÕES
• Incapacidade de controlar as próprias emoções;
• 2. Se sentir estressado;
• 3. Não conseguir ter empatia pelos outros;
• 4. Guardar ressentimentos;
• 5. Não reconhecer seus próprios estímulos emocionais;
• 6. Ter medo de expressar emoções;
• 7. Culpar os outros pelos seus sentimentos;
• 8. Se sentir ofendido com facilidade;
• 9. Levar tudo para o lado pessoal;
• 10. Não respeitar opiniões diferentes.

INTELIGÊNCIA EMOCIONAL
É a capacidade que possuímos de gerenciar e controlar nossas emoções.
Existe 5 pilares na IE:
• 1. Autoconsciência/ autoconhecimento;
• 2.Autorregulação / pensar antes de agir ou falar;
• 3. Empatia/Rapport: capacidade de se colocar no lugar do outro;
• 4. Habilidades Sociais: habilidades de se relacionar, comunicar e construir laços com o outro;
. 5. Motivação: construção interna que nos leva a ação

CONTROLE EMOCIONAL
• Reconhecer rapidamente nossas emoções e sentimentos;
• Promover a resiliência diante de determinadas situações;
• Melhorar os relacionamentos;
• Reduzir níveis de estresse e ansiedade;
• Facilitar a resolução de conflitos;
• Ampliar a capacidade de tomada de decisões;
• Proporcionar maior autoconfiança;
• Garantir a melhoria do bem-estar em diversos aspectos
• Reconhecer rapidamente nossas emoções e sentimentos;
• Promover a resiliência diante de determinadas situações;
• Melhorar os relacionamentos;
• Reduzir níveis de estresse e ansiedade;
• A Saúde Mental de uma pessoa está relacionada à forma como ela reage às exigências da vida e ao modo como harmoniza seus desejos, capacidades, ambições, ideias e emoções. Ter saúde mental é estar bem consigo mesmo e com os outros.

TRANSTORNO MENTAL
Transtorno mental é a alteração do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa em diversos aspectos de sua vida, tais como: família, vida social, meio profissional, nos estudos, na compreensão de si e dos outros, na possibilidade de autocrítica, na tolerância aos problemas e na possibilidade de ter prazer na vida em geral.
• TAG, DEPRESSÃO, INSÔNIA, PÂNICO, BURNOUT, Transtorno obsessivo-compulsivo/ TOC´S,TDH, Transtorno bipolar, ESQUIZOFRENIA, Transtornos relacionados ao uso de substâncias psicoativas.

 

Uma mente tranquila potencializa o próprio pensamento!!!




 

Convidamos vocês a conhecerem e se inscreverem em nosso canal no Youtube (Karla Julia Marcelino).
São mais de cem vídeos, com Lives, palestras e cursos gratuitos sobre diversos temas da atualidade, com o objetivo de ajudar e motivar as pessoas no processo do autoconhecimento e ampliação espiritual.
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 OS IMPACTOS DA CULTURA DO NEGACIONISMO NO BRASIL

Muito se debate nos dias atuais sobre o "Negacionismo", um movimento que tem como objetivo recusar e negar uma realidade cientificamente comprovada através de método científico. Um número cada vez maior de indivíduos questionam aspectos comprovados pela ciência. Essa corrente negacionista não é nova na sociedade, data de algumas décadas. Nos anos 70 observavam-se movimentos que questionavam o holocausto, por exemplo. Na atualidade, com as redes sociais e a própria internet, temas como aquecimento global, doenças, política, desmatamento da Amazônia, COVID, dentre outros, estão sendo negados por grupos de indivíduos que sem base científica, utilizam o senso comum para fundamentar suas próprias opiniões. Algumas frases que chegaram ao público desinformado como: “a Terra é plana”, “o COVID-19 é só uma gripezinha”, “o nazismo é de esquerda”. Essas tais afirmativas geram diversas polêmicas e conflitos sociais e podem resultar em uma crise, enfraquecendo a visão científica e a própria história de um determinado contexto social.
O Negacionismo impacta diretamente a vida da população, ao disseminar informações sem embasamento e veracidade científica, ludibriando a boa fé das pessoas e fazendo elas acreditarem em inverdades, como por exemplo: que a vacina do COVID não tem eficácia.
O papel do Governo na condução da Pandemia, infelizmente também influenciou negativamente a população, ao negar a gravidade da própria Pandemia, assim como em não tomar as medidas necessárias de prevenção e combate ao COVID, o que acarretou mais de 500 mil mortes no Brasil, as quais poderiam ter sido evitadas se as ações fossem tomadas em tempo hábil. A instabilidade política no Brasil contribui para que haja falha na comunicação entre a Comunidade Científica e a sociedade.
Infelizmente o número de pessoas desinformadas é muito maior do que as informadas, cabendo ao Sistema Educacional, à ciência, aos profissionais de comunicação e sobretudo, aos jornalistas, um importante papel de disseminação de informações confiáveis para a população. É preciso ter senso crítico para não espalhar desinformações, sobretudo nas redes sociais. É necessário promover o desenvolvimento científico e o senso crítico dos jovens, que haja lideranças políticas e união entre as diversas áreas, sensíveis à ciência, transformando-a numa agenda pública.

 DISTORÇÕES COGNITIVAS

São basicamente maneiras distorcidas de processar uma informação, ou seja, são interpretações enviesadas do que nos acontece, criando diversas consequências negativas. Quando se sofre de depressão, por exemplo, tem-se uma visão da realidade na qual as distorções cognitivas exercem um papel principal (visão de túnel). Todos nós podemos utilizar algum tipo de distorção cognitiva. Saber detectá-las e analisá-las ajuda-nos a desenvolver atitudes mais realistas e, acima de tudo, mais funcionais.
Aqui ficam algumas das distorções cognitivas e exemplos de situações:
Personalização:
Quando nos sentimos 100% responsáveis pelos acontecimentos. Por exemplo, o filho do António fez um exame e não passou. O Antônio pensa logo ter fracassado na educação do seu filho, acha que cometeu algum erro, porque se tivesse feito tudo bem feito, seu filho teria aprovado.
Filtro mental:
Consiste em focarmo-nos nos aspectos negativos e ignorar o resto da informação. O negativo é filtrado e absorvido, enquanto o positivo é esquecido. Exemplo: A Maria preparou um prato para um jantar e convidou nove amigas. Quase todas adoram a refeição da Maria, à excepção da Cristina, que disse que o prato estava um pouco salgado. Maria sente-se mal por isso e passa a achar que cozinha terrivelmente mal - Ela só absorveu o negativo, ignorando totalmente os aspectos positivos.
Esta distorção também está presente quando acreditamos que se algo aconteceu uma vez, acontecerá em todas as outras vezes. Por exemplo: O João terminou com a Sónia depois de dois anos e meio de relação. A Sónia pensa “ninguém vai gostar de mim”, “nunca mais encontrarei alguém que queira ficar comigo”.
Maximização e minimização:
Essa distorção cognitiva consiste em maximizar os nossos próprios erros e os acertos dos outros e, minimizar os próprios acertos e os erros dos outros. “Não importa quantas coisas fiz corretamente no passado, elas não têm importância. O que importa agora é que cometi um erro gravíssimo.”
Pensamento dicotômico:
Consiste na extrema valorização dos acontecimentos, sem levar em conta os aspectos intermediários. Classificar as coisas como brancas ou pretas, verdadeiras ou falsas. Por exemplo: “Se este trabalho não ficar perfeito, o meu esforço não terá valido para nada”, ou quando uma pessoa não encontra emprego e pensa “sou completamente inútil!”.
Catastrofização:
Ocorre quando prevemos o futuro negativamente sem considerar outros resultados mais prováveis. Exemplo: “O meu filho ainda não chegou, deve ter acontecido alguma coisa horrível. Vou esperar um pouco, mas não vou conseguir dormir.” Outros exemplos: “O meu namorado não me atende o telemóvel, deve estar com outra”.
Generalização:
Ocorre quando generalizamos de um caso, para todos os casos, mesmo que seja apenas ligeiramente idêntico. Se uma vez foi verdade, será sempre assim: “A mim nada nunca corre bem”; “Nunca me vou casar”; “Eu nunca termino o que começo”; “Eu jamais vou conseguir deixar de fumar”; “Não dormi bem ontem, a minha insónia vai durar para sempre” ou “Nunca mais vou conseguir ter um emprego bom como este”.
Raciocínio emocional:
Refere-se à suposição de que as nossas emoções refletem as coisas como elas são. É acreditar que o que sentimos no momento é o correcto e verdadeiro. “Estou-me a sentir uma incompetente, logo sou totalmente incompetente!” ou “Eu sinto que é assim, consequentemente isso tem que ser verdade.”
Afirmações como “deveria fazer isso…”
São crenças rígidas e inflexíveis de como nós ou os demais deveríamos ser. As exigências concentradas em nós próprios favorecem a autocrítica, enquanto as dirigidas aos outros favorecem a raiva, a ira e a agressividade. Alguns exemplos podem ser: “Deveria ter dado mais atenção ao meu marido, assim ele não me teria deixado”, “Não devo cometer erros”, “Os outros devem-se portar bem comigo” ou “Preciso gostar de todos.”
Leitura da mente:
Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma evidência que a comprove. Acreditar que se sabe o que os outros pensam e o motivo de se comportarem como se comportam. “O que ele quer é pôr-me nervoso!”, “O que ele quer é rir-se de mim!”, “Eles sentem pena de mim!” ou “Ela só está comigo por dinheiro!”
Predição do Futuro:
Consiste em afirmar que determinadas suposições são certas, mesmo que não exista nenhuma evidência para as comprovar, é esperar que nada dê certo, sem sequer permitir a possibilidade de que seja razoável ou positiva. “Tenho certeza de que vou reprovar”. “Ninguém me vai dar atenção na festa”.
Rotulagem:
Utilizar rótulos pejorativos para nos descrevermos, ao invés de descrever os nossos atos e qualidades com objetividade e exatidão. Por exemplo: “Sou um inútil!” ao invés de “Cometi um erro, mas nem sempre faço isso.”
Quer se aprofundar neste tema? Acesse o nosso Curso AUTOCONHECIMENTO, em nosso canal no Youtube (Karla Julia Marcelino).



sábado, 26 de junho de 2021

 Delicadeza não se ensina, é diferente do respeito.

Delicadeza é temperamento, não se obtém com a idade, não é uma promoção da sensibilidade, não vem com a educação ou com a imitação dos pais.
Delicadeza é um defeito maravilhoso, uma entrega irreversível.
É uma loucura do bem, uma paranóia sadia.
Oferecer mais do que foi pedido, oferecer-se á toa.
Gentileza nunca é forçada, é espontânea ou não é, não pode ser explicada, não pode ser cobrada.
Sucumbo diante da delicadeza: A delicadeza é gentileza refinada.
(Fabrício Carpinejar)