terça-feira, 24 de março de 2015

PROJEÇÃO MENTAL




O pensamento não é uma coisa à toa, como diz a música: “o pensamento parece uma coisa à toa, mas como é que a gente voa, quando começa a pensar...”. O pensamento dita a nossa realidade.

Toda vez que pensamos em algo, um sentimento o acompanha, despontando uma vontade. Esse é o caminho básico: pensamento, sentimento, vontade. Esta tríade é tão poderosa que, cedo ou tarde, determina a realidade. Possivelmente, você pode questionar: “Isto não é verdade, pois penso em várias coisas e as desejo e elas não acontecem!”, ao que te respondo: com certeza você emite logo em seguida um pensamento contraditório, que além de neutralizar o primeiro (o que você diz querer) caduca a transmissão correta do que se quer para o Universo, deixando as escolhas a cargo do acaso cósmico. Por exemplo, você pode pensar “eu quero comprar um carro”, sente alegria em se ver dentro de um carro novo (sentimento), e se propõe a economizar (no caso, a vontade desponta) mas, logo em seguida você pensa, “isto não é para mim, é impossível comprar um carro”, e se entristece com este pensamento. Percebe? São duas ordens distintas que você emitiu, normalmente a mais forte prevalecerá, aquela em que você realmente acredita ser possível de acontecer. No nosso exemplo, o comando mais forte foi o da impossibilidade, pois ele, inerentemente, limita a concretização da aquisição do carro.

A dúvida nos coloca em um vácuo, onde nada acontece, só nos estressa, consome energia, e faz com que percamos a fé. É como estar com um pé em cada canoa, além de não ir para lugar nenhum, o esforço para se manter em equilíbrio é enorme, desviando o nosso foco, que passa a ser se equilibrar. Daí perguntamos: “porque as coisas não acontecem como gostaríamos?” Elas estão acontecendo exatamente como você quer, pois no momento em que está na dúvida sobre qual canoa seria melhor, o esforço é integralmente canalizado para manter o equilíbrio e não cair. Isso pode se passar muito tempo, até o dia em que você se cansa, e grita com toda a sua energia: “eu não aguento mais!”. Como não projetou o que queria objetivamente, apenas expressou um estado de exaustão, poderá cair no mar, ou pender para uma das canoas, dependendo da direção das ondas cósmicas do momento, ou seja ficou à deriva do acaso, que poderá lhe agradar ou não, mas em ambos os casos você não se adonou do seu próprio querer, da sua capacidade de direcionar a sua vida.

Se em algum momento você tivesse analisado os prós e os contras de cada canoa, e decidido em qual ficar tendo a certeza de que é possível, exalando um sentimento de alegria (alegria é um sentimento que traduz a gratidão do já recebido, ou seja o que se pensou já aconteceu) ao se vislumbrar na canoa, imprimindo toda a energia do seu espírito e da sua vontade na direção escolhida, a mesma onda cósmica te lançaria para a canoa escolhida.

O Universo sempre conspira a favor das nossas decisões. Se elas são conscientes ou não, isto não é problema do Universo. Sempre estamos escolhendo o que fazer, até o “não fazer” é uma escolha. Podemos delegar para o outro o nosso poder de decisão, mas ao fazê-lo já tomamos a decisão de delegar, portanto somos totalmente responsáveis pelas nossas escolhas.
(Se você está com dificuldades para tornar consciente suas decisões, leia o artigo
“A Escolha Consciente em 4 Passos” e ouça a palestra “Querer e Poder” poderão lhe ajudar.)

Vamos entender melhor como tudo isso funciona em sua mente e no Universo.

Na mente:

O cérebro é repleto de terminações nervosas, que conduzem os impulsos para todos os sistemas do organismo. O cérebro não pensa, quem pensa é o espírito. Ele, sim, armazena informações, as distribui segundo a similaridade dos sentimentos e das ações tomadas, organizando todas as memórias, valores, crenças, decisões, atitudes, e etc.

Diante de um evento externo, a mente recebe a informação e a sub loca no departamento afim, absorvendo toda a energia ali acumulada das várias memórias, emitindo uma ordem de comando que determinará o comportamento.

alt

O cérebro é uma réplica do cérebro cósmico, só que este é mais complexo, pois armazena as informações de todos os seres humanos, disponibilizando-as e acionando-as assim que um pensamento é emitido. O pensamento emite ondas eletromagnéticas que se unem as vias neurais cósmicas respectivas recebendo todas as informações e energias ali armazenadas, aumentando substancialmente o impulso originário. O cérebro é um receptáculo das ondas de energia do astral, e o astral é formado pelas ondas de energia que cada mente exala. Há uma interligação direta entre a mente humana e a mente cósmica, visualize os neurônios humanos se estendendo energeticamente e se ligando a cordões de energia cósmica que se fortalecem a cada estímulo, a cada pensamento, a cada sentimento, materializando a realidade objetiva.
alt

O ser humano e o cosmo são energias em movimento, o planeta Terra é um grande catalizador de energias sutis condensando-as e transformando-as no que conhecemos como matéria, que são células que se movimentam lentamente, facilitando a visualização das mesmas a olho nu. Por exemplo, uma cadeira é formada por prótons, elétrons, células, que se movimentam muito lentamente, adquirindo uma forma, ou seja a cadeira está em movimento a nível celular, tudo que entendemos por matéria é energia. Estamos imersos em energias ainda não palpáveis, prontas para se densificarem, a partir da nossa vontade, pensamento e sentimento, que são energias possantes que nutrem o astral ciclicamente. Já ouviu a expressão “O que vai volta?”. Sim, volta milhões de vezes potencializado.

A PROJEÇÃO MENTAL – COMO FAZER

Para realizar com eficiência uma projeção mental, primeiro deve-se aceitar que o pensamento tem poder e penetração em tudo, e que estamos todos interligados por uma teia de energias. A partir desta constatação se sentir responsável por tudo que acontece no mundo, principalmente na própria vida, e reconhecer os padrões de pensamentos e sentimentos que exala diariamente para o astral, percebendo a conexão da sua mente com a mente cósmica, ficando evidente o porquê sua vida está como está. Estas constatações são importantes para que você possa validar a sua força mental, e se determinar a movimentar as energias de forma consciente e benévola para você e para o mundo.
Em segundo lugar, tenha muito claro o que você quer materializar em sua vida, o que isso irá mudar em sua vida e quais sentimentos você tem ao imaginar o que quer acontecendo, se isto é realmente bom, se não irá afetar negativamente alguém, ou a alguma área de sua vida, sabendo que ao movimentar um ponto tudo se movimenta, e a partir do momento que lançar a sua energia para o Universo este começará a se mover para a concretude.

Depois destas análises, você dá início ao terceiro passo: procure relaxar, esvazie sua mente, sinta o seu cérebro conectado com o cosmo, imagine cordões de energia se estendendo dos seus neurônios e levando informações preciosas para o Universo, que está ávido para cumprir a sua função, que é materializar a vontade do ser humano (somos co criadores do Criador) e fale em voz alta o que quer, se imaginando na situação, sentindo como se já estivesse acontecido, não permita que a dúvida se instaure nem por um minuto, e veja o Universo estendendo cordões de energia se ligando aos cordões do seu cérebro, movimentando todas as partículas similares ao seu querer, a todas as pessoas que querem o mesmo que você, te colocando na frequência vibracional propícia. Sinta a alegria e gratidão por estar nesta planeta que pulsa amor e que te capacita realizar o que o seu coração dita.

Faça essa projeção 3 dias seguidos de preferência na mesma hora, e depois esqueça, deixe o Universo trabalhar, e viva, aja como se já tivesse acontecido, como se o milagre já tenha sido realizado e apenas agradeça. Todos os dias ao acordar, agradeça o que você conquistou e reforce o sentimento e a ligação cósmica estabelecida.

Você consegue! Bons pensamentos, plenos de sentimentos positivos e vontades de materializá-los. O Universo espera por você. Façamos um mundo melhor.

Abraços,
alt
DIARIO DE PE - www.diariodepernambuco.com.br
24/03/2015 - Superesportes

Custou R$ 743 milhões
Valor gasto para erguer a Arena Pernambuco foi R$ 264 milhões mais alto do que no contrato original. Estádio foi o 4º mais caro da Copa

Após quase dois anos, enfim a resposta sobre o custo de construção da Arena Pernambuco. Para erguer o empreendimento em São Lourenço da Mata foram gastos R$ 743 milhões, em um número que ainda precisa ser validado por uma câmara de arbitragem estabelecida pelas partes envolvidas na parceria público-privada. O valor é 55% acima do contrato original, o que acabou transformando o estádio no 4º mais caro do último Mundial. No acordo da licitação, a preço de maio de 2009, a obra foi orçada em R$ 479 mihões, com o objetivo de colocar o estado na Copa do Mundo de 2014. No entanto, a antecipação da obra em oito meses, a pedido do governo do estado visando a presença local em outro torneio da Fifa, a Copa das Confederações de 2013, gerou uma revisão no contrato, com os chamados “aditivos”. E esse pedido de reequilíbrio financeiro feito pela Odebrecht foi de R$ 264 milhões, num dado agora público.
A medida extra na PPP teve quatro itens, incluindo aceleração da obra (R$ 190 milhões), exigências adicionais da Fifa no caderno de encargos (R$ 47,5 milhões), ressarcimento de impostos (R$ 23 milhões) e encargos financeiros (R$ 3,5 milhões). O valor absoluto foi repassado ao Superesportes pelo vice-governador de Pernambuco, Raul Henry, ao comentar a coluna publicada na edição de ontem (“Arena PE custou R$ 479 milhões. Acredita? Nem eu”).
Questionado sobre a soma do contrato original com o pedido de reequilíbrio, como o valor final da obra, Raul Henry respondeu da seguinte forma: “É uma questão técnica esse valor, que ainda será analisado. Mas, pela ótica da Odebrecht, seria esse sim”, disse, de forma sucinta. O vice-governador explicou que a câmara de arbitragem a ser instalada, ainda sem prazo, terá três membros, sendo um indicado pelo estado, um pela construtora e outro em conjunto pelas duas partes. Somente com esta análise será possível oficializar o montante.
Em relação ao fato de a Odebrecht ter entregue ao Tribunal de Conta do Estado um relatório informando apenas o custo original (R$ 479 milhões), Raul Henry defendeu o ato, pois o contrato original com a empresa de fato não exigia uma planilha de custos unitários, conforme exigido pelo TCE-PE, mas os seus recursos na obra (como guindastes utilizados, operários contratados etc). Em setembro de 2014 houve o primeiro pedido, mas não foi criada a câmara necessária. “Será feita a instalação de uma câmara de arbitragem para submeter todos os gastos. Temos que conduzir com responsabilidade e transparência. Nós já estamos conversando com o Tribunal de Contas. Já tivemos mais de uma reunião com o conselheiro e sua equipe. Vamos ter uma atitude construtiva em relação a isso”, afirmou.
O estado já pagou R$ 388 milhões pela construção e este ano pagará pagará mais uma parcela, de R$ 130 milhões. O possível custo final não considera os reajustes através do Índice Nacional do Custo da Construção (INCC), normal em obras do tipo, e os juros dos bancos, nos empréstimos tomados para executar a obra.

DIARIO DE PE - www.diariodepernambuco.com.br
24/03/2015 - Últimas Notícias

O NE quer entrar na conversa
Governadores do Nordeste têm encontro com Dilma e buscam evitar que as necessidades da Região sejam contaminadas pela agenda negativa que monopoliza o ambiente político do país

Se você quiser dar uma manchete sobre o Brasil que não fale de crise, para onde olha? Não quero puxar brasa para minha sardinha não, mas a resposta é óbvia: para o Nordeste. A revista IstoÉ Dinheiro (que é de São Paulo) percebeu isso e na sua edição que está nas bancas, a manchete é “Os leões do Nordeste”, com fotos de cinco grandes empresários da região (um com atividade-sede no Ceará, outro no Maranhão e três em Pernambuco) e os dizeres: “A região que mais cresce no Brasil virou um celeiro de empresas gigantes e bem-sucedidas. Apesar da crise econômica, continua atraindo investimentos bilionários”. Escrevi sobre isso aqui no Em Foco, em textos de 19 de fevereiro (“Nem tudo é crise”) e 21 de fevereiro passados (“Por uma agenda regional”), mas é sempre bom quando outros entoam a mesma cantoria.
Não é que o Nordeste esteja imune à crise do país, ou que aqui estejamos vivendo em um paraíso. Mas temos uma realidade diferente e é um erro se nós, aqui no próprio Nordeste, ficarmos entregues a uma agenda negativa como se ela fosse a única existente, abrindo brechas que podem vulnerabilizar - ou mesmo levar ao fracasso - importantes conquistas obtidas na última década. Uma boa notícia que se pode tirar daí é que os governadores da Região estão cientes disso. Está marcada para amanhã uma audiência deles com a presidente Dilma Rousseff, em Brasília. Pelas articulações que têm desenvolvido até agora, dá pra dizer que não vão apenas para comer o tradicional pão de queijo do Palácio; já construíram suas reivindicações em um encontro realizado em 9 de dezembro do ano passado, quando como “governadores eleitos” recriaram o fórum de governadores. Daquele encontro saiu uma “Carta da Paraíba”, que defendia em seu parágrafo inicial:
Renovar “o compromisso de buscar políticas sociais que distribuam renda e estabeleçam mobilidade social ascendente para milhões de pessoas, produzindo dignidade. Vamos trabalhar pela melhoria dos indicadores sociais e econômicos da Região, na busca pela redução das desigualdades existentes. Na construção dessa agenda positiva e convergente a todos os estados do Nordeste, algumas questões se sobressaem e precisam ser vistas de modo prioritário e urgente pelo governo federal”.
Esse trecho destaca um ponto que é imprescindível para nós: a redução das desigualdades (tanto a da pobreza, porque a maioria dos pobres é nordestina, quanto a desigualdade entre as regiões, hoje apesar de ter um PIB significativo, R$ 104 bilhões, ele representa apenas cerca de 14% do PIB do Brasil). E, profeticamente, porque a crise ainda não tinha as feições de hoje, fala da necessidade da construção de uma “agenda positiva e convergente a todos os estados do Nordeste”.
É importante que os governadores do Nordeste tenham um fórum (o que lhes dá unidade em suas reivindicações) e abram enquanto grupo interlocução com a presidente. Em termos eleitorais, o Nordeste foi fiel da balança para Dilma nas duas eleições que ela ganhou, mas no exercício do governo a presidente não tem demonstrado para o Nordeste a mesma sensibilidade demonstrada por Lula.
Na Carta em João Pessoa, os governadores expuseram suas necessidades mais urgentes, como a criação de uma linha de crédito especial, “Proinveste Nordeste”, para investimentos em infraestrutura dos estados, nos moldes do Proinveste atualmente em execução; investimentos na infraestrutura e logística de rodovias, ferrovias, portos e aeroportos; uma política nacional de segurança; construção de novas universidades e escolas técnicas e a criação de um novo ciclo de industrialização, com a manutenção de incentivos fiscais para as empresas instaladas na região.
A construção de agendas regionais como parte da agenda nacional é uma forma de evitar que o país torne-se dependente de uma agenda única (que nesse momento é a da crise).

segunda-feira, 23 de março de 2015


 
Dia Nacional do Ouvidor
 
 
A Associação Brasileira de ouvidores Seccional de Pernambuco promoveu um almoço de confraternização com os ouvidores públicos e privados para comemorar o Dia Nacional do Ouvidor no Clube da Polícia Militar.
TCE sem valores de aditivos da Arena
PPP: Conselheiro do TCE, Dirceu Rodolfo avalia que Odebrecht e governo estadual não comprovaram despesas com aditivos contratuais para acelerar a construção do estádio

O conselheiro Dirceu Rodolfo, do Tribunal de Contas do Estado (TCE), avaliou que nem a construtora Odebrecht nem o governo do Estado conseguiram comprovar as despesas com aditivos contratuais para acelerar a construção da Arena Pernambuco. A obra foi antecipada em oito meses para servir à Copa das Confederações, em 2013. Com isso, o TCE vai tomar como base de cálculo oficial os R$ 479 milhões estimados no contrato inicial assinado em 2010, e não os cerca de R$ 650 milhões informados pela gestão estadual posteriormente.

O tribunal havia notificado a construtora e o governo para prestarem esclarecimentos sobre os custos reais da construção. A Odebrecht teve dez dias para responder o “pedido de informação em formato de alerta” do TCE, que abriu uma auditoria especial para acompanhar a PPP da Arena, cuja relatoria está com o conselheiro Dirceu Rodolfo. Causou “estranheza” ao relator, porém, que ao final do prazo a empresa não tenha conseguido apresentar as informações necessárias para comprovar os valores com os aditivos.

Em 2013, logo após à conclusão da obra, a Odebrecht pediu ao governo do Estado uma reavaliação do plano de negócio, devido ao custo adicional. À época, o então Secretário da Copa, Ricardo Leitão, também divulgou à imprensa que o recurso estimado de construção havia sofrido uma alta de preço, pulando para cerca de R$ 650 milhões. “A empresa vem alegando que houve custo adicional. Mas isso não foi demonstrado para nós”, frisou Dirceu. É a partir dos R$ 479 milhões (considerando o reajuste do IPCA, esse valor atualmente estaria em torno de R$ 640 milhões) que o TCE vai fazer os cálculos para saber se houve “economicidade” na obra. Se o órgão chegar a um preço menor, passa a considerar que houve superfaturamento. Se for maior, vai considerar que houve economia.
Antes de seguir com a investigação, Dirceu Rodolfo tem uma conversa nesta segunda (23) com o vice-governador Raul Henry (PMDB), que comanda o Grupo de Trabalho que trata da PPP da Arena. “Ficou combinado esse encontro, quando ele poderá dar mais informações”, disse. Caso não haja nenhuma novidade, o conselheiro vai conduzir toda avaliação tomando como premissa os R$ 479 milhões. A Odebrecht só poderá contestar o valor final apurado pelo TCE quando for aberto o período de defesa.
 
O custo consolidado da Arena Pernambuco é fundamental para avaliar se há equilíbrio no atual contrato da PPP. “Se o valor é esse, isso vai ter um impacto em tudo”, explicou Dirceu. Procurada, a Odebrecht disse que qualquer esclarecimento deve ser encaminhado ao governo. Raul Henry, até o fechamento da edição, não foi localizado.



“O período de maior ganho em conhecimento e experiência é o período mais difícil de alguém” (Dalai Lama).
"The biggest gain in knowledge and experience period is the most difficult period of one" (Dalai Lama).