quinta-feira, 7 de abril de 2022

 Bullying



Bullying é uma palavra de origem inglesa que designa atos de agressão e intimidação repetitivos contra um indivíduo que não é aceito por um grupo, geralmente na escola.

A prática do bullying consiste em um conjunto de violências que se repetem por algum período. Geralmente são agressões verbais, físicas e psicológicas que humilham, intimidam e traumatizam a vítima. Os danos causados pelo bullying podem ser profundos, como a depressão, distúrbios comportamentais e até o suicídio.

O que é bullying?

Bullying é uma palavra que se originou na língua inglesa. “Bully” significa “valentão”, e o sufixo “ing” representa uma ação contínua. A palavra bullying designa um quadro de agressões contínuas, repetitivas, com características de perseguição do agressor contra a vítima, não podendo caracterizar uma agressão isolada, resultante de uma briga.

As agressões podem ser de ordem verbal, física e psicológica, comumente acontecendo as três ao mesmo tempo. As vítimas são intimidadas, expostas e ridicularizadas. São chamadas por apelidos vexatórios e sofrem variados quadros de agressão com base em suas características físicas, seus hábitos, sua sexualidade e sua maneira de ser.

As vítimas de bullying podem sofrer agressões de uma pessoa isolada ou de um grupo. Esse grupo pode atuar apenas como “espectadores inertes” da violência, que indiretamente contribuem para a continuidade da agressão.

Normalmente, chamamos de bullying o comportamento agressivo sistemático cometido por crianças e adolescentes. Quando um comportamento parecido acontece entre adultos, geralmente no ambiente de trabalho, classificamos o ato como assédio moral.

Comumente, o bullying é uma prática injusta, visto que os agressores ou agem em grupo (ou com o apoio do grupo) ou agem contra indivíduos que não conseguem se defender das agressões. Apesar de considerarmos o sofrimento da vítima, também devemos tentar entender o comportamento dos agressores. Muitas vezes, são jovens que passam por problemas psicológicos ou que sofrem agressões no ambiente familiar e na própria escola, e tentam transferir os seus traumas por meio da agressividade contra os outros.

Também é na escola o lugar onde os reflexos da sociedade fazem com que se crie uma espécie de micro-organismo social, que tende a recriar a sociedade em um espaço menor e isolado. A sociedade em geral é agressiva e excludente, e esses fatores tendem a se repetir entre os jovens no âmbito escolar.

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Além da intimidação, da perseguição e da violência psicológica, o bullying pode levar à violência física. Os profissionais da educação devem ficar atentos para evitar os casos de bullying e resolver a situação, conscientizando os agressores e auxiliando as vítimas.

Consequências do bullying:

As consequências do bullying podem ser devastadoras e irreversíveis para a vítima. Os primeiros sintomas são o isolamento social da vítima, que não se vê como alguém que pertence àquele grupo. A partir daí, pode haver uma queda no rendimento escolar, queda na autoestima, quadros de depressão, transtorno de ansiedade, síndrome do pânico e outros distúrbios psíquicos. Quando não tratados, esses quadros podem levar o jovem a tentar o suicídio.

Se os traumas do bullying não forem tratados, a vítima pode guardar aquele sofrimento em seu subconsciente, que virá a se manifestar diversas vezes em sua vida adulta, dificultando as relações pessoais, a vida em sociedade, afetando a sua carreira profissional e até levando ao desenvolvimento de vícios em drogas e álcool.

Como identificar o alvo do bullying

O alvo usual do bullying é o tipo de pessoa que não se enquadra nos padrões sociais tidos como normais, por questões físicas, psicológicas ou comportamentais. Geralmente, os agressores procuram alguém que seja diferente para ser a sua vítima: pessoas com excesso de peso ou magras demais, pessoas de estatura menor, pessoas que não se enquadram no padrão de beleza ditado pela sociedade, pessoas de condição socioeconômica inferior, homossexuais, transexuais, pessoas com dificuldade de aprendizagem ou muito estudiosas etc.

É preciso ficar atento ao comportamento dos jovens, sobretudo quando eles apresentarem baixa autoestima, falta de vontade de ir à escola, dificuldade de aprendizagem e comportamento autodepreciativo ou autodestrutivo. Se o jovem apresentar um quadro semelhante, a família e a escola devem entrar em ação para investigar o que se passa, a fim de colocar um ponto final em uma possível intimidação sistemática e oferecer o auxílio e o conforto de que a vítima necessita no momento.

Como solucionar o bullying

A violência não é combatida com mais violência. Às vezes, punições aos agressores são necessárias quando estes extrapolam qualquer limite razoável, porém, na maioria das vezes, os agressores também são jovens que sofrem por algum motivo. Nesses casos, a melhor maneira de solucionar o problema é pelo diálogo e conscientização. É necessário conscientizar aqueles que assistem, repetem ou indiretamente contribuem com o bullying, pois eles também mantêm o sistema de agressividade funcionando.

Para além das campanhas governamentais e não governamentais, é necessário que as famílias unam-se com os profissionais da educação para que todos possam trabalhar na conscientização de seus filhos e no apoio emocional de que as vítimas do bullying necessitam.

Lei sobre o bullying escolar

No dia 6 de novembro de 2016, foi sancionada no Brasil pela presidente Dilma Rousseff a Lei 13.185, que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática.

Fonte: Francisco Porfírio/Professor de Sociologia    


sexta-feira, 1 de abril de 2022

 O teu pensamento, tuas ideias, teu planejamento, tua memória, tuas emoções, teus sentimentos, isto também é produzido por computações cerebrais.


O cérebro é o "computador central" de nosso corpo, localizado dentro da caixa craniana, faz parte do sistema nervoso, para onde convergem todas as informações que recebemos.
O cérebro representa apenas 2% da nossa massa corporal porém consome mais de 20% do nosso oxigênio. Comanda as atividades como o controle da ações motoras, a integração dos estímulos sensoriais e as atividades neurológicas como a memória e a fala. O cérebro, o órgão mais importante do sistema nervoso que controla o corpo todo. Ele é responsável pelas ações voluntárias e involuntárias do nosso corpo.

O cérebro está sempre presumindo certezas – Premissas. O cérebro usa premissas para reduzir as incertezas. O teu cérebro adota certezas. Se você repete muito uma coisa, teu cérebro pressupõe que isso é uma certeza, que é importante para tua sobrevivência.

O teu pensamento, tuas ideias, teu planejamento, tua memória, tuas emoções, teus sentimentos, isto também é produzido por computações cerebrais.

O cérebro é o "computador central" de nosso corpo, localizado dentro da caixa craniana, faz parte do sistema nervoso, para onde convergem todas as informações que recebemos.
O cérebro representa apenas 2% da nossa massa corporal porém consome mais de 20% do nosso oxigênio. Comanda as atividades como o controle da ações motoras, a integração dos estímulos sensoriais e as atividades neurológicas como a memória e a fala. O cérebro, o órgão mais importante do sistema nervoso que controla o corpo todo. Ele é responsável pelas ações voluntárias e involuntárias do nosso corpo.

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quinta-feira, 31 de março de 2022

 Quais são os hábitos de sucesso que fazem a diferença nos resultados espetaculares alcançados pelos maiores empreendedores do mundo?


Para descobrir essa resposta, o autor do livro Quem Pensa Enriquece , Napoleon Hill, passou 20 anos de sua vida entrevistando grandes milionários da época, como Thomas Edison, Henry Ford e John D. Rockefeller.
Após uma extensa pesquisa, o autor concluiu que todos eles tinham em comum o cultivo de 13 hábitos de sucesso:
1. Desejo: sem propósito e sem pensar sobre o significado daquilo que está fazendo, não existe razão nem para começar.
2. Fé e confiança em si: acreditar que você tem um potencial ilimitado funcionará como um imã de pensamentos que irão colocar você no caminho que deseja.
3. Autossugestão: você precisa sentir que já alcançou aquilo que deseja.
4. Conhecimento especializado: somente o pensamento positivo não leva ninguém a lugar algum. O estudo diário e a melhoria constante são fundamentais.
5. Imaginação: a mente precisa permanecer aberta para novas possibilidades.
6. Planejamento Organizado: sem uma direção a seguir não há como prosperar ou aumentar sua produtividade.
7. Decisão: chegar rápido a uma decisão mas mudá-las de forma lenta.
8. Persistência: fator essencial para transformar o desejo em realidade.
9. Poder da “Mente Superior”: conhecimento organizado e empregado de forma correta para transformar o propósito em fonte de renda.
10. Mistério da Transmutação Sexual: a energia sexual é a mais vital e tem poder de transformação.
11. O Subconsciente: controla todas as ações que você executa e alimenta-se de pensamentos (bons ou ruins).
12. O cérebro: a mente consciente pode armazenar qualquer tipo de conhecimento.
13. O sexto sentido: também conhecido como intuição. Foco e concentração permitem apurar ainda mais o sexto sentido.

*Napoleon Hill foi um escritor estadunidense influente na área de autoajuda. Foi assessor de Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, presidentes dos Estados Unidos. Dizia um dos seus compromissos: “o que a mente do homem pode conceber e acreditar, pode ser alcançada” (Wikipédia).
#hábitos #resultados #sucesso



quarta-feira, 19 de janeiro de 2022

 Prudência, Observação, Análise imparcial, Equilíbrio entre razão e emoção, Bom senso e Reflexão são conquistas evolutivas do ser!!!!!




segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

 O QUE É SÍNDROME DE BURNOUT?


É um distúrbio psíquico caracterizado pelo estado de tensão emocional e estresse provocados por condições de trabalho desgastantes. Também é chamada de “síndrome do esgotamento profissional” e afeta quase todas as facetas da vida de um indivíduo. Na nova classificação da Organização Mundial de Saúde (CID 11), é estresse crônico do trabalho que não foi administrado com sucesso.

Sua principal característica é o estado de tensão emocional e estresse crônicos provocado por condições de trabalho físicas, emocionais e psicológicas desgastantes. A síndrome se manifesta especialmente em pessoas cuja profissão exige envolvimento interpessoal direto e intenso.

Para Soares (2008), o trabalho faz parte da natureza humana e, por meio dele, o homem constrói o mundo e se constrói, com identidade e subjetividade próprias.
A execução do trabalho poderia ser percebida como primariamente prazerosa, no entanto, em muitas circunstâncias, ainda é sentida como sacrifício e desencadeadora de sofrimento e adoecimento; não pelo trabalho em si, mas pelo clima organizacional e emocional existente no ambiente laboral.
Profissionais das áreas de educação, saúde, assistência social, recursos humanos, agentes penitenciários, bombeiros, policiais e mulheres que enfrentam dupla jornada correm risco maior de desenvolver o transtorno.

O Ministério da Saúde lista os principais sintomas da síndrome de Burnout:
-Cansaço excessivo, físico e mental;
-Dor de cabeça frequente;
-Alterações no apetite;
-Insônia;
-Dificuldades de concentração;
-Sentimentos de fracasso e insegurança;
-Negatividade constante;
-Sentimentos de derrota e desesperança;
-Sentimentos de incompetência;
-Alterações repentinas de humor;
-Isolamento;
-Fadiga;
-Pressão alta;
-Dores musculares;
-Problemas gastrointestinais;
-Alteração nos batimentos cardíacos.

ESTRESSE, ANSIEDADE E BURNOUT:

•Estresse é a reação do corpo frente a mudanças do ambiente. Informação nova que leva o corpo a gastar energia para se adaptar. Estresse não é algo ruim.
•Ansiedade é quando o corpo está num estado de tensão, quando ele percebe uma ameaça. Nem todo tipo de estresse é ansiedade. O estresse pode vir sem Ansiedade (exemplo quando está no início de um novo relacionamento). 
•Burnout - tradução de esgotamento, estafa. É a consequência de um estresse muito intenso, prolongado e a pessoa não lida bem com ele. Esgotamento físico, mental e emocional.
•30% dos afastamentos do ambiente de trabalho se dá por quadros de Saúde Mental, dentre eles Burnout.

Conheça 7 ações no dia a dia para evitar o Burnout no trabalho:
-Dê atenção aos sinais de alerta. ...
-Entenda que a comunicação é fundamental. ...
-Estabeleça e organize suas prioridades. ...
-Compreenda os gatilhos de estresse. ...
-Tenha uma rede de apoio. ...
-Limite seu tempo de trabalho. ...
-Aprenda a dizer não.

Quer se aprofundar neste tema? Acesse o Curso Saúde Mental (Módulo 7) disponível no nosso canal no Youtube (Karla Júlia Marcelino).