sexta-feira, 17 de abril de 2020
terça-feira, 14 de abril de 2020
10 ALIMENTOS ALCALINOS E COMO ELES ATUAM
O corpo humano é um sistema complexo que mantém um rigoroso
equilíbrio do pH. Quando você consome um alimento, ele se transforma em ácido
ou alcalino após a digestão e metabolismo. Descubra 10 alimentos alcalinos e
como eles atuam no organismo.
Por isso, o consumo de uma grande quantidade de alimentos
formadores de ácidos pode fazer o organismo se tornar excessivamente ácido,
resultando num número de complicações à saúde. Para garantir o equilíbrio do pH
interno, é importante consumir alimentos saudáveis, ricos em alcalinidade.
Limão é um dos alimentos alcalinos
LIMÃO
Enquanto a maioria das pessoas pensa que o limão é uma fruta
ácida, ele, de fato, produz uma alcalinidade após a digestão. Os limões têm um
nível de pH 9,0, tornando-os sim um dos alimentos alcalinos. Eles são ricos em
vitaminas, minerais, eletrólitos e antioxidantes que fornecem ao corpo força,
resistência e saúde ao sistema imunológico. Adicione-o à água para criar uma
bebida refrescante.
MELANCIA
A melancia é outro alimento alcalinizante com um pH de 9,0.
Também é uma fonte de fibra, betacaroteno, licopeno e vitamina C. Ela tem um
teor de água de 92 por cento do seu peso, tornando-se um diurético. Você pode
achar a melancia especial para saciar a sede e refrescante durante uma limpeza
do cólon ou desintoxicação.
Melancia também atua como diurético
Espinafre é um dos alimentos alcalinos
ESPINAFRE
O espinafre é um vegetal verde escuro que é cheio de fibras,
vitaminas, minerais, fitoquímicos e antioxidantes. Conhecido por ser rico em
vitamina K e ácido fólico, ele tem um pH de 9,0 e, consequentemente, é
alcalinizante. Ele melhora a sua visão e os processos digestivos. Você pode
comê-lo cru, como parte de uma salada ou cozido com uma refeição.
ASPARGOS
Com um nível de pH 8,5, o aspargo é benéfico na redução da
acidez em seu corpo e contém um aminoácido importante, a asparagina, que é
vital para o bom funcionamento do sistema nervoso. Este vegetal fica mais
gostoso quando é cozido.
Aspargo também influencia o sistema nervoso
Manga e Mamão são alimentos alcalinos
MANGA E MAMÃO
A manga e o mamão são alimentos alcalinos, com pH relativo
de 8,5. Ambas são frutas doces, tropicais, que podem ser consumidas frescas,
congeladas ou secas. Contendo muita água, essas frutas contêm um efeito
diurético que ajuda na limpeza de seu cólon e rins.
CAPSICUM
Capsicum é o nome dado a uma variedade de pimentas
tropicais, incluindo a caiena e o pimentão. Essa família de pimentas tem um pH
de 8,5, tornando-a altamente alcalina. Pimentas do gênero Capsicum são ricas em
enzimas essenciais para o sistema endócrino. Conhecidas por suas propriedades
antibacterianas, elas também são ricas em vitamina A, e, portanto, são
benéficas na luta contra os radicais livres que causam o estresse e a doença.
Capsicum são ricas em elementos para o sistema endocrino
Uvas e Abacaxi são alimentos alcalinos
UVAS E ABACAXI
Com um pH de 8,5, essas frutas são ricas em antioxidantes e
vitaminas A, B e C. As uvas ajudam a regular a circulação sanguínea e reduzir a
pressão arterial, bem como o risco de doença cardiovascular. Já o abacaxi é uma
fonte de fibras, antioxidantes e L-carnitina, que ajuda a manter um peso
corporal saudável.
MAÇÃS
As maçãs têm um nível de pH 8,0 e são fontes de fibra,
variedade de vitaminas, minerais e fitoquímicos que ajudam a proteger o corpo e
a manter o sistema imune intacto. Elas também contêm enzimas que mantêm o
equilíbrio hormonal natural do organismo. As maçãs são frutas muito versáteis
que podem ser comidas cruas, ou incluídas na culinária e panificação.
Maçã também é uma boa fonte de fibras
Broto de Alfafa é um dos alimentos alcalinos
BROTOS DE ALFAFA
Os brotos são a parte visível de plantas em estágios
iniciais de desenvolvimento, ricos em nutrientes. Versáteis, os de alfafa
contêm saponinas, componentes que ajudam a diminuir o colesterol ruim e a gordura
no corpo, em última instância, protegendo-o de doenças cardiovasculares. Os
brotos de alfafa também contêm antioxidantes que impedem a destruição do DNA,
protegendo seu corpo contra os efeitos do envelhecimento. Você pode
adicioná-los em qualquer salada ou sanduíche.
ALHO
O alho é um alcalinizante alimentar com um pH de 8,0 que
reage quimicamente aos alimentos ácidos com um valor de pH de 5,0, elevando sua
acidez e ajudando a manter o equilíbrio do pH do corpo. Ele fornece muitos
benefícios ao corpo, como redução da pressão arterial, promoção da saúde
cardiovascular e imunológica, limpeza do fígado e combate às doenças.
Alho também ajuda a controlar a pressão arterial
Artigo traduzido por Essential Nutrition
Autor: Erica Wickham, M.S., R.D., C.D.N
Fontes:
http://www.livestrong.com/article/346918-top-10-alkaline-foods/

sábado, 11 de abril de 2020
DESEMPREGO NO MUNDO
Pelos cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas
(IBGE), o Brasil conta hoje com quase 12 milhões de desempregados. Cerca de 38
milhões de pessoas estão na informalidade.
Especialistas mais pessimistas
afirmam que, a depender da duração da pandemia do novo coronavírus, o Brasil
poderá contabilizar mais 8 milhões de desempregados, elevando o total a 20
milhões, um caos para a economia.
Essa projeção dramática leva em
conta estimativas feitas por entidades ligadas ao comércio, que preveem
demissão de até 5 milhões de pessoas no setor, devido ao fechamento de bares,
restaurantes e hotéis, entre outros tipos de negócios.
Outros 3 milhões devem vir dos
demais setores afetados pela crise, sendo parte da indústria, que costuma segurar muito as
demissões pelo alto custo das dispensas e pelo risco de perder profissionais
mais capacitados.
É um
quadro assustador, pois explicita a fragilidade do país ante a chegada de um
inimigo invisível, cujo potencial de estrago ninguém consegue medir com efetivo
grau de segurança.
PIB cairá
10% no segundo trimestre
O certo,
segundo economistas, é que o Brasil, como o resto do mundo, contratou uma
brutal recessão. Há bancos prevendo que, somente entre abril e junho — período
mais dramático da Covid-19, na visão do Ministério da Saúde —, o Produto
Interno Bruto (PIB) cairá pelo menos 10%, tamanha a paralisia da atividade.
No pior
momento do mercado de trabalho, entre 2016 e 2017, o Brasil chegou a
contabilizar mais de 14 milhões de desempregados. À medida que o país foi
saindo da recessão, esse contingente foi diminuindo, mas muito lentamente.
O
problema é que, até a chegada do novo coronavírus, o PIB vinha crescendo por
volta de 1% ao ano. É muito pouco para as necessidades do país, que vê as
desigualdades sociais se acentuarem.
Depressão
econômica
O tombo
do PIB neste ano — pelas projeções da economista Monica de Bolle, professora da
Johns Hopkins University, nos Estados Unidos, pode variar entre 5% e 6% — será
um sinal claro de que o Brasil mergulhou na depressão econômica.
Desde
2014, o Brasil vem se debatendo para sair do atoleiro. Mergulhou numa severa
recessão entre 2015 e 2016, voltou a crescer, mas muito pouco, entre 2017 e
2019, e, agora, está sendo atropelado pelo coronavírus.
Dependendo
do tamanho da queda do PIB neste ano e do desemprego, a recuperação será muito
lenta, comprometendo 2021 e 2022, pois uma das principais alavancas do PIB, o
consumo das famílias, estará prejudicado.
Não por
acaso, especialistas afirmam que o governo precisa ter foco. Se não correr
contra o tempo, adotando medidas efetivas, sem politicagem, verá o pior quadro
projetado para a economia se confirmar. Certamente, não é o que ninguém deseja
em sã consciência.
"A crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus pode levar mais de 500 milhões de pessoas para a pobreza, a menos que ações urgentes sejam tomadas para ajudar países em desenvolvimento. O alerta é da Oxfam, entidade da sociedade civil que atua em cerca de 90 países com campanhas, programas e ajuda humanitária.
A organização pede que os líderes mundiais aprovem um plano emergencial de resgate econômico para impedir que países e comunidades pobres afundem. Para a Oxfam, isso pode acontecer já na próxima semana, quando está prevista reunião entre ministros de Economia dos países do G20 (o grupo dos 20 países mais desenvolvidos), o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De acordo com a entidade, os US$ 2,5 trilhões que as Nações Unidas estimam ser necessários para apoiar os países em desenvolvimento durante a crise do coronavírus vai requerer um adicional de US$ 500 bilhões em ajuda externa, incluindo o financiamento dos sistemas públicos de saúde dos países pobres. “Impostos emergenciais de solidariedade, como taxas sobre lucros excessivos e pessoas muito ricas, poderiam mobilizar recursos adicionais”, avalia a Oxfam, em nota.
Para a entidade, apesar de urgentes e necessárias, as medidas de distanciamento social e de restrição do funcionamento das cidades agravam a situação dos trabalhadores, com demissões, suspensão de pagamento de salários ou inviabilidade do trabalho informal.
O novo relatório da Oxfam, "Dignidade, não Indigência", mostra que entre 6% e 8% da população global, cerca de 500 milhões de pessoas, poderão entrar na pobreza conforme os governos fecham suas economias para impedir que o coronavírus se espalhe em seus países. “Isso pode representar um retrocesso de uma década na luta contra a pobreza. Em algumas regiões, como a África subsaariana, o norte da África e Oriente Médio, essa luta pode retroceder em até 30 anos. Mais da metade da população global poderão estar na pobreza depois da pandemia”, destacou a entidade.
O relatório, publicado ontem (9), utiliza estimativas elaboradas pelo Instituto Mundial para a Pesquisa de Desenvolvimento Econômico, da Universidade das Nações Unidas, liderada por pesquisadores do King's College de Londres e da Universidade Nacional da Austrália.
Para a Oxfam, as desigualdades já existentes evidenciam o impacto econômico da crise do coronavírus. “Como os trabalhadores mais pobres, tanto nas nações ricas quanto nas pobres, atuam mais no mercado informal, eles estão descobertos de diversas formas. Eles, por exemplo, não têm proteções trabalhistas e nem conseguem trabalhar de casa”, diz a entidade.
Globalmente, apenas um em cada cinco desempregados tem acesso a benefícios como seguro-desemprego. Dois bilhões de pessoas trabalham no setor informal pelo mundo - 90% nos países pobres e apenas 18% nos países ricos.
"A crise econômica provocada pela pandemia de coronavírus pode levar mais de 500 milhões de pessoas para a pobreza, a menos que ações urgentes sejam tomadas para ajudar países em desenvolvimento. O alerta é da Oxfam, entidade da sociedade civil que atua em cerca de 90 países com campanhas, programas e ajuda humanitária.
A organização pede que os líderes mundiais aprovem um plano emergencial de resgate econômico para impedir que países e comunidades pobres afundem. Para a Oxfam, isso pode acontecer já na próxima semana, quando está prevista reunião entre ministros de Economia dos países do G20 (o grupo dos 20 países mais desenvolvidos), o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
De acordo com a entidade, os US$ 2,5 trilhões que as Nações Unidas estimam ser necessários para apoiar os países em desenvolvimento durante a crise do coronavírus vai requerer um adicional de US$ 500 bilhões em ajuda externa, incluindo o financiamento dos sistemas públicos de saúde dos países pobres. “Impostos emergenciais de solidariedade, como taxas sobre lucros excessivos e pessoas muito ricas, poderiam mobilizar recursos adicionais”, avalia a Oxfam, em nota.
Para a entidade, apesar de urgentes e necessárias, as medidas de distanciamento social e de restrição do funcionamento das cidades agravam a situação dos trabalhadores, com demissões, suspensão de pagamento de salários ou inviabilidade do trabalho informal.
O novo relatório da Oxfam, "Dignidade, não Indigência", mostra que entre 6% e 8% da população global, cerca de 500 milhões de pessoas, poderão entrar na pobreza conforme os governos fecham suas economias para impedir que o coronavírus se espalhe em seus países. “Isso pode representar um retrocesso de uma década na luta contra a pobreza. Em algumas regiões, como a África subsaariana, o norte da África e Oriente Médio, essa luta pode retroceder em até 30 anos. Mais da metade da população global poderão estar na pobreza depois da pandemia”, destacou a entidade.
O relatório, publicado ontem (9), utiliza estimativas elaboradas pelo Instituto Mundial para a Pesquisa de Desenvolvimento Econômico, da Universidade das Nações Unidas, liderada por pesquisadores do King's College de Londres e da Universidade Nacional da Austrália.
Para a Oxfam, as desigualdades já existentes evidenciam o impacto econômico da crise do coronavírus. “Como os trabalhadores mais pobres, tanto nas nações ricas quanto nas pobres, atuam mais no mercado informal, eles estão descobertos de diversas formas. Eles, por exemplo, não têm proteções trabalhistas e nem conseguem trabalhar de casa”, diz a entidade.
Globalmente, apenas um em cada cinco desempregados tem acesso a benefícios como seguro-desemprego. Dois bilhões de pessoas trabalham no setor informal pelo mundo - 90% nos países pobres e apenas 18% nos países ricos.
Situação no Brasil
No Brasil, para a Oxfam, a situação é ainda mais preocupante devido às moradias precárias, à falta de saneamento básico e de água e aos desafios no acesso a serviços essenciais para os mais pobres. O Brasil tem cerca de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada e cerca de 12 milhões de desempregados.
“O coronavírus coloca o Brasil diante de uma dura e cruel realidade, ao combinar os piores indicadores sociais em um mesmo local e na mesma hora. E é neste momento que o Estado tem papel fundamental para reduzir esse impacto e cumprir sua responsabilidade constitucional tanto na redução da pobreza e das desigualdades quanto na garantia à vida da população”, afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, em comunicado.
Para a entidade, a renda básica emergencial de R$ 600, por três meses, para trabalhadores informais não será suficiente para amenizar o impacto, e o governo deverá, entre outras medidas, ampliar o número de pessoas atendidas e estender o período de concessão.
No Brasil, para a Oxfam, a situação é ainda mais preocupante devido às moradias precárias, à falta de saneamento básico e de água e aos desafios no acesso a serviços essenciais para os mais pobres. O Brasil tem cerca de 40 milhões de trabalhadores sem carteira assinada e cerca de 12 milhões de desempregados.
“O coronavírus coloca o Brasil diante de uma dura e cruel realidade, ao combinar os piores indicadores sociais em um mesmo local e na mesma hora. E é neste momento que o Estado tem papel fundamental para reduzir esse impacto e cumprir sua responsabilidade constitucional tanto na redução da pobreza e das desigualdades quanto na garantia à vida da população”, afirma Katia Maia, diretora executiva da Oxfam Brasil, em comunicado.
Para a entidade, a renda básica emergencial de R$ 600, por três meses, para trabalhadores informais não será suficiente para amenizar o impacto, e o governo deverá, entre outras medidas, ampliar o número de pessoas atendidas e estender o período de concessão.
Mulheres
De acordo com a Oxfam, as mulheres precisam de atenção especial, pois estão na linha de frente do combate ao coronavírus e sofrerão o impacto mais pesado da crise econômica. “As mulheres representam 70% da força de trabalho em saúde pelo mundo e fazem 75% do trabalho de cuidado não remunerado, atendendo a crianças, doentes e idosos. As mulheres também são maioria nos empregos mais precários”, diz a entidade.
“Os governos precisam aprender as lições da crise financeira de 2008, quando a ajuda a bancos e corporações foi paga pelas pessoas comuns. Elas perderam seus empregos, tiveram seus salários achatados e serviços essenciais, como os de saúde, sofreram profundos cortes de financiamento”, destaca Katia Maia. “Os pacotes econômicos de estímulo têm que apoiar trabalhadores e pequenos negócios. A ajuda a grandes corporações tem que estar condicionadas a ações para a construção de economias mais justas e sustentáveis”, completou".
O relatório completo, em inglês, está disponível no site da Oxfam.
Edição: Graça Adjuto
As consequências
econômicas do coronavírus podem empurrar até 500 milhões de pessoas para a pobreza.
O alerta consta de um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o
custo financeiro e humano da pandemia....
Por
causa da crise, diz a pesquisa, o nível de pobreza em países em desenvolvimento
poderia voltar a um patamar de 30 anos atrás. Os pesquisadores usaram dados do
Banco Mundial para medir os efeitos da redução dos gastos nas economias do
mundo em três níveis de pobreza - U$ 1,90 (R$ 9,75), U$ 3,20 (R$ 16,40) e U$
5,50 (R$ 28,18) por dia. As previsões pessimistas ocorrem uma semana antes de
encontros do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e ministros de
finanças do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo). Redes de segurança O
estudo foi escrito por especialistas da King's College London, no Reino Unido,
e da Australian National University (ANU), na Austrália.
De acordo com a Oxfam, as mulheres precisam de atenção especial, pois estão na linha de frente do combate ao coronavírus e sofrerão o impacto mais pesado da crise econômica. “As mulheres representam 70% da força de trabalho em saúde pelo mundo e fazem 75% do trabalho de cuidado não remunerado, atendendo a crianças, doentes e idosos. As mulheres também são maioria nos empregos mais precários”, diz a entidade.
“Os governos precisam aprender as lições da crise financeira de 2008, quando a ajuda a bancos e corporações foi paga pelas pessoas comuns. Elas perderam seus empregos, tiveram seus salários achatados e serviços essenciais, como os de saúde, sofreram profundos cortes de financiamento”, destaca Katia Maia. “Os pacotes econômicos de estímulo têm que apoiar trabalhadores e pequenos negócios. A ajuda a grandes corporações tem que estar condicionadas a ações para a construção de economias mais justas e sustentáveis”, completou".
O relatório completo, em inglês, está disponível no site da Oxfam.
As consequências
econômicas do coronavírus podem empurrar até 500 milhões de pessoas para a pobreza.
O alerta consta de um estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o
custo financeiro e humano da pandemia....
Por
causa da crise, diz a pesquisa, o nível de pobreza em países em desenvolvimento
poderia voltar a um patamar de 30 anos atrás. Os pesquisadores usaram dados do
Banco Mundial para medir os efeitos da redução dos gastos nas economias do
mundo em três níveis de pobreza - U$ 1,90 (R$ 9,75), U$ 3,20 (R$ 16,40) e U$
5,50 (R$ 28,18) por dia. As previsões pessimistas ocorrem uma semana antes de
encontros do Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e ministros de
finanças do G20 (grupo das 20 maiores economias do mundo). Redes de segurança O
estudo foi escrito por especialistas da King's College London, no Reino Unido,
e da Australian National University (ANU), na Austrália.
terça-feira, 7 de abril de 2020
Assinar:
Postagens (Atom)
